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História dos leilões

Segundo os historiadores, os leilões foram desenvolvidos pelos assírios por volta de 2.000 a.C. A negociação era usada para vender os peixes pelos melhores preços oferecidos pelos interessados. Mais tarde, em 500 a.C., na Babilônia, as mulheres eram disputadas em leilões. Ao invés de dinheiro, era a força bruta que determinava o vencedor.

Com o passar do tempo o mundo - e os leilões - evoluíram. Em 1556 a profissão de leiloeiro foi instituída na França e surgiram os meirinhos leiloeiros, funcionários públicos nomeados pelo rei francês para avaliar, negociar e vender bens deixados por morte ou executados pela Justiça. Na mesma época, Portugal e outros países também passaram a ter seus leiloeiros oficiais.

No Brasil-Colônia, desde o século XVII, eram comuns os leilões em praças públicas, principalmente com a negociação de escravos, indígenas e africanos. Com o passar das décadas, os leilões se aprimoraram com a venda de todo o tipo de bem móvel ou imóvel, de lotes de minérios a propriedades.

Com a chegada da Família Real ao Brasil, e sua instalação oficial na cidade do Rio de Janeiro, feita sua capital como o Reino de Portugal, Algarves e Brasil, o leilão obteve uma grande expansão no país, tornando-se uma atividade comercial muito prestigiada.

O fluxo de mercadorias vindas de outros países aumentou consideravelmente com o passar do tempo. Isso fez com que o número de participantes e organizadores também aumentasse, gerando a necessidade de se regulamentar a atividade. As primeiras determinações vieram com o Decreto nº 858 de 1851, que estabeleciam aspectos sobre a publicidade e a organização dos leilões.